INVESTIMENTO DE R$ 1 BILHÃO (24/10/2009)
Na corrida para dotar o Estado de infraestrutura de apoio à expansão da atividade econômica, o governo do Ceará já anuncia nova ampliação do Terminal Portuário do Pecém.
Mesmo com a construção, em curso, de um Terminal de Múltiplas Atividades (Tmut), da implantação de uma correia transportadora de carvão mineral e do aumento do número de tomadas para receber cargas frigoríficas, o secretário adjunto de Infraestrutura do Estado, Otacílio Borges, adianta que nova a iniciativa vai acrescentar a ampliação do quebra-mar e a construção de novos terminais para produtos siderúrgicos e de petróleo e para as cargas previstas com a operação da Transnordestina. Estima-se um investimento de calculado em aproximadamente R$ 1 bilhão.
"Só com o TMUT, já quintuplicaremos a capacidade atual de movimentação de contêineres, saindo de 150 mil toneladas para 750 mil. Adicionaremos ainda 264 tomadas às mais de 500 que temos atualmente, totalizando mais de 800 tomadas para receber cargas frigoríficas. Sem contar que o novo terminal que está sendo projetado contará com mais 300 unidades", revela Borges.
Para ele, "não restam dúvidas de que o Estado trabalha na perspectiva de atender a demanda atual e o incremento que está por vir, com a implantação da usina siderúrgica, da refinaria e da térmica, e ainda com o início das exportações de minério de ferro para a China. Sem contar as cargas que serão movimentadas pela Transnordestina". "Hoje movimentamos dois milhões de toneladas de cargas no Pecém e só a com a Transnordestina estima-se a adição de mais seis milhões de toneladas", fala.
Estradas
Apesar das críticas com relação ao estado da malha rodoviária que cruza o Ceará, o secretário adjunto de infraestrutura ressalta os esforços que o governo estadual vem empreendendo para recuperar e implantar novos trechos pavimentados. "Estamos restaurando mais de um mil quilômetros e implantando mais 500 quilômetros, por meio de um programa financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com a contrapartida do Estado. Ao fim deste governo, dos 11 mil quilômetros de rodovias existentes no Ceará, sairemos de seis mil quilômetros pavimentados para quase sete mil", expõe.
Segundo Borges, são trechos vitais para escoar a produção estadual, como a rodovia Padre Cícero, que vai interligar o Cariri e o Centro-Sul do Ceará a Fortaleza e ao Pecém; e o Jaguaribe, região produtora de frutas, à BR 116 e de lá também até o Porto do Pecém.
"Estamos pensando ainda no escoamento da produção da usina de Itataia e na interligação da Transnordestina ao porto do Pecém. Já fomos, inclusive, delegados pelo governo federal para desapropriar as terras no trecho que vai passar a ferrovia e sua interligação com o porto", conta. "Sem contar as rodovias dos litorais leste e oeste do Estado, com vistas a atender a demanda turística estadual, que estão sendo financiadas pelo programa Prodetur", acrescenta.
Aeroportos
Além de portos e rodovias, destaca Borges, o governo do Estado está investindo na interiorização da aviação, com a construção, reforma e melhoria em diversos aeroportos, como o de Tauá, Iguatu, Aracati, Camocim, Limoeiro do Norte e São Benedito. Já a Infraero ttrabalha nos projetos de ampliação dos aeroportos de Fortaleza e do Cariri. (ADJ)
Na corrida para dotar o Estado de infraestrutura de apoio à expansão da atividade econômica, o governo do Ceará já anuncia nova ampliação do Terminal Portuário do Pecém.
Mesmo com a construção, em curso, de um Terminal de Múltiplas Atividades (Tmut), da implantação de uma correia transportadora de carvão mineral e do aumento do número de tomadas para receber cargas frigoríficas, o secretário adjunto de Infraestrutura do Estado, Otacílio Borges, adianta que nova a iniciativa vai acrescentar a ampliação do quebra-mar e a construção de novos terminais para produtos siderúrgicos e de petróleo e para as cargas previstas com a operação da Transnordestina. Estima-se um investimento de calculado em aproximadamente R$ 1 bilhão.
"Só com o TMUT, já quintuplicaremos a capacidade atual de movimentação de contêineres, saindo de 150 mil toneladas para 750 mil. Adicionaremos ainda 264 tomadas às mais de 500 que temos atualmente, totalizando mais de 800 tomadas para receber cargas frigoríficas. Sem contar que o novo terminal que está sendo projetado contará com mais 300 unidades", revela Borges.
Para ele, "não restam dúvidas de que o Estado trabalha na perspectiva de atender a demanda atual e o incremento que está por vir, com a implantação da usina siderúrgica, da refinaria e da térmica, e ainda com o início das exportações de minério de ferro para a China. Sem contar as cargas que serão movimentadas pela Transnordestina". "Hoje movimentamos dois milhões de toneladas de cargas no Pecém e só a com a Transnordestina estima-se a adição de mais seis milhões de toneladas", fala.
Estradas
Apesar das críticas com relação ao estado da malha rodoviária que cruza o Ceará, o secretário adjunto de infraestrutura ressalta os esforços que o governo estadual vem empreendendo para recuperar e implantar novos trechos pavimentados. "Estamos restaurando mais de um mil quilômetros e implantando mais 500 quilômetros, por meio de um programa financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com a contrapartida do Estado. Ao fim deste governo, dos 11 mil quilômetros de rodovias existentes no Ceará, sairemos de seis mil quilômetros pavimentados para quase sete mil", expõe.
Segundo Borges, são trechos vitais para escoar a produção estadual, como a rodovia Padre Cícero, que vai interligar o Cariri e o Centro-Sul do Ceará a Fortaleza e ao Pecém; e o Jaguaribe, região produtora de frutas, à BR 116 e de lá também até o Porto do Pecém.
"Estamos pensando ainda no escoamento da produção da usina de Itataia e na interligação da Transnordestina ao porto do Pecém. Já fomos, inclusive, delegados pelo governo federal para desapropriar as terras no trecho que vai passar a ferrovia e sua interligação com o porto", conta. "Sem contar as rodovias dos litorais leste e oeste do Estado, com vistas a atender a demanda turística estadual, que estão sendo financiadas pelo programa Prodetur", acrescenta.
Aeroportos
Além de portos e rodovias, destaca Borges, o governo do Estado está investindo na interiorização da aviação, com a construção, reforma e melhoria em diversos aeroportos, como o de Tauá, Iguatu, Aracati, Camocim, Limoeiro do Norte e São Benedito. Já a Infraero ttrabalha nos projetos de ampliação dos aeroportos de Fortaleza e do Cariri. (ADJ)
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Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=683404
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